quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Unwillingness...

Minha viagem pra Itaperuna estava marcada. Com as eleições no domingo e o feriado na terça tudo estava certo para a minha ida pra casa. Havia ligado pra minha mãe pedindo que ela comprasse passagem pra mim, devido ao meu descontrole consumista acabei deixando meu cartão de crédito com ela... por segurança. Tudo estava certo.
Meu telefone tocou. O número era conhecido. Atendi. A secretária do psiquiatra qual eu tentara marcar consulta. A moça havia conseguido uma vaga pra mim devido a uma desistência. Tive que decidir rapidamente o dilema: ir pra casa ou ir ao médico? A escolha foi o médico. Não agüentaria esperar até vinte seis de novembro nesse estado que eu estou. Simplesmente não dá. Demorei a perceber que eu precisava de ajuda, tempo demais. Agora é a hora. Espero que tudo dê certo, espero que ele consiga me ajudar.


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Bom é isso. Cinco meses sem postar, e só consegui escrever sobre meu problema! Tudo tem me deixado irritado. Minha inspiração não tem aparecido, quero desistir da faculdade... tentar outra coisa. Mas às vezes simplesmente quero continuar fazendo o que estou. Não sei o que fazer. Vivo entre dilemas e questões, a qual não consigo dar uma resposta. Não consigo decidir entre alternativas, não consigo me concentrar, não consigo as vezes sair do lugar. Isso é tudo. Espero que tudo dê certo no médico e ele descubra o que tenho...
Desculpem-me por esse post!

domingo, 16 de maio de 2010

20 anos em 2 dias

Qual a vantagem em ser um ponto de interrogação ambulante? Perguntas, questões, duvidas e incertezas em tempo integral. A vida dos pontos de exclamações parece ser tão mais simples.
Sinceramente, queria uma vida mais afirmativa, imperativa... seria mais tranqüilo. Mas não! Dúvidas atrás de dúvidas. Perguntas sem respostas. Respostas insuficientes. Já não sei mais o que fazer com tantas questões. Juro, preferia ser uma virgula, sempre intrometida do que ser esse questionário caminhante.

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E como sempre só perguntas. Hoje foi um dia de tristeza e saudades. Um dia que a esperança não apareceu para aquecer meu peito, depois de muito tempo ardendo. Um dia em que pela primeira vez em 4 anos não recebi parabéns adiantado, vou sentir saudades disso pra sempre.
De qualquer maneira dia 11 foi aniversário do Blog e daqui a 2 dias é o meu. Não acho ficar velho complicado, mas comecei a achar o “passar do tempo” insuportável.
Basicamente isso é tudo.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Fim do Luto

A cada dia que passa a saudade aperta mais.
A cada minuto que corre eu lembro de vc
.
E esse buraco no peito;
essa bola na garganta;

as lagrimas que correm
e eu não consigo acreditar.

[Savio, my friend R.I.P.]


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Esse era o meu profile do orkut até semana passada. Bom, a vida continua né?! Meu luto será eterno por dentro, mas agora é hora de "move on" mesmo!!

Sobre o Leão Covarde

Nunca li “O Mágico de Oz”, nem ao menos lembro-me do filme, ou até mesmo se de fato o assisti. Mas todo mundo sabe do que se trata e conhece os personagens. Bom, assim imago eu.
Nunca houve de eu me comparar com nenhum dos personagens, mas hoje enquanto pensava no que escrever acabei me deparando com o Leão Medroso no espelho do banheiro. E ele estava tão longe da estrada de tijolos amarelos e tão longe de Oz ou do mágico. Afinal no mundo real não existe um mágico, muito menos um mágico de Oz. Conseguia ver o medo nos olhos dele, e foi até meio nostálgico.
Ele queria ser tão corajoso, queria poder fazer tudo que tinha vontade. Queria parar de se preocupar com tantos detalhes, ser menos complexado e apertar uma certa tecla “foda-se”. Estava cansado de uma timidez oculta, estava sufocado pela pilha de mentiras que colocava em cima de si mesmo. Ele queria ser feliz, mas não encontrava um caminho para a felicidade e mesmo assim fingia-se tão bem que todos acabavam acreditando e por certas vezes ele mesmo.
Passaram alguns minutos enquanto eu encarava o Leão e eu percebi que ele era mais covarde do que eu sempre imaginei que fosse. E pior ainda: que ele prefere ser infeliz a ir para sua zona de esforço e ao menos tentar buscar a felicidade.
Tive dificuldade, confesso, para não quebrar o espelho na cabeça desse Leão idiota, mas no fim eu vi que nem tudo está perdido e, quem sabe, um dia ele perceba que a “receita da felicidade” a qual ele está seguindo está totalmente errada e que essa tal receita não existe e que, de fato, se você não tentar reparar seus erros de nada vai adiantar querer ser feliz. Então Leão está na hora de rugir para o mundo e tentar reparar sua vida, antes que seja tarde de mais.


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Hoje na verdade é dia 25 de abril, um domingo solitário e quente. Passado a base de Lasanha e Pizza! E é isso o post de abril.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sem Título

É complicado;
O mundo não gira numa perfeita harmonia,
a Lua não se desprende, porque é viciada na Terra.
Ninguém sonha porque quer,
nem vive porque quer,
não morrermos porque queremos e, se, queremos morrer não é porque não queremos mais viver.
O Sol é megalomaníaco , a Terra submissa e a Lua,
A Lua vive à sombra dos dois.
Fugir não faz com que as dores sumam;
Chorar também não.
Na verdade uma dor nunca some, se esconde nas sombras.
E quando você menos espera...
Ressurge e vem à tona.
Um eclipse pode escurecer o dia;
uma tempestade também.
Nunca soube de um eclipse que causasse destruição;
Tempestade: devastação.
Talvez um dia o sol pare de brilhar;
Talvez um dia a Terra pare de girar e a Lua caia.
Talvez nesse dia, as dores parem de doer,
cessando um coração que não vai mais bater.


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É complicado não escrever poesias/poemas quando estou inspirado! x)


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Coisas Que Eu Sei

Eu, particularmente, não gosto da Dani Carlos. Mas essa música é fascinante porque eu me enxergo totalmente nela...

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Eu quero ficar perto
De tudo que acho certo
Até o dia em que eu
Mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento
É minha distração...

Coisas que eu sei
Eu adivinho
Sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio
Mostra o tempo errado
Aperte o Play...

Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer
Na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado
Pra visitação...

Coisas que eu sei
O medo mora perto
Das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim
Não vou trocar de roupa
É minha lei...

Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais
Depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro
Do que eu desenhei...

Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas
No meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos
Que eu não sei usar
Eu já comprei...

As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre
Quando tô a fim...

Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...

Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Eu sei!

My Personality in "LOST"