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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Viagem


O calor do final de um verão seco trás uma gélida chuva, o frescor de uma brisa molhada, o cheiro da terra absorvendo água.




Cheiro a terra molhada e entro numa viagem...
A chuva que cai gelada do céu molha minha nuca.
Deitado no chão vivencio uma experiência única com Gaia.

Às vezes penso que o que vejo é uma miragem...
Mas no fim é só minha imaginação fluindo com nunca.
Ainda no chão abro minha mente até que todo o mal saia.


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Acho que viajei foi na marola que estava subindo da janela do meu vizinho. xD

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Fim do Luto

A cada dia que passa a saudade aperta mais.
A cada minuto que corre eu lembro de vc
.
E esse buraco no peito;
essa bola na garganta;

as lagrimas que correm
e eu não consigo acreditar.

[Savio, my friend R.I.P.]


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Esse era o meu profile do orkut até semana passada. Bom, a vida continua né?! Meu luto será eterno por dentro, mas agora é hora de "move on" mesmo!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sem Título

É complicado;
O mundo não gira numa perfeita harmonia,
a Lua não se desprende, porque é viciada na Terra.
Ninguém sonha porque quer,
nem vive porque quer,
não morrermos porque queremos e, se, queremos morrer não é porque não queremos mais viver.
O Sol é megalomaníaco , a Terra submissa e a Lua,
A Lua vive à sombra dos dois.
Fugir não faz com que as dores sumam;
Chorar também não.
Na verdade uma dor nunca some, se esconde nas sombras.
E quando você menos espera...
Ressurge e vem à tona.
Um eclipse pode escurecer o dia;
uma tempestade também.
Nunca soube de um eclipse que causasse destruição;
Tempestade: devastação.
Talvez um dia o sol pare de brilhar;
Talvez um dia a Terra pare de girar e a Lua caia.
Talvez nesse dia, as dores parem de doer,
cessando um coração que não vai mais bater.


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É complicado não escrever poesias/poemas quando estou inspirado! x)


domingo, 27 de dezembro de 2009

Possuído

Definitivamente diga-me:
Por acaso a ti pertenço?
Jamais a ti venderia minha alma,
Nunca por tão pouco!

Tu és como o demônio,
Que as vítimas atrai por suas carnais franquezas.
Pensastes que justo eu ludibriado seria?
Quem pensas que sou?

Agora afasta-te satanás!
Tua lábia não mais funciona comigo
Deixa-me só.

Porque minh'Alma não tens
mas minha mente...
minha mente tu possuis.

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Escrevi essa em 4 de dezembro de 2008. Eu sei que é meio parnasiana mas eu gostei, não foi algo escrito pura e simplesmente por inspiração, foi algo que eu trabalhei em cima...
Fui!

domingo, 27 de julho de 2008

História Sem Fim

Se eu tivesse caneta e papel.
Mandar-lhe-ia uma carta.
Escreveria com todo o amor do mundo
Com a mais delicada letra
Com as mais bem escolhidas palavras.
Se lhe mandasse a tal carta, não seria de amor
Seria simplesmente uma carta,
Palavras no papel
Papel este que poderia se rasgar,
Ou simplesmente perder-se
Se soubesse como lhe escrever, nessa carta escreveria uma história
Uma estória que ninguém jamais ouvira
Nem lera,
Só pra você ler.
Não seria uma estória de amor,
O amor não deve ser desperdiçado em papeis,
Pois estes voam e no mundo desaparecem.
Provavelmente fim a tal estória não teria,
Finais nunca são como esperamos.
Se eu soubesse como escrever um final
Já o teria feito,
Antes mesmo de escrever o conto,
Antes mesmo de pensar na carta
Antes mesmo de escrever este poema
Que aqui termino sem um final
E sem uma explicação
Se poemas tivessem explicações não seriam poemas.
E se fossem feitos para serem entendidos...
Poetas eram ricos.

My Personality in "LOST"