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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

The inside

Tenho muito a falar, mas pouco a escrever. Muitas idéias sem estrutura. Frases perdidas no papel branco, sem contexto, sem nexo.
Muito inside, mas quase nada quer se posto outside.
Muitas críticas formadas, opiniões chatas de um rapaz que mal saiu da adolescência.
Que pouco será ouvido, ou até lido, por ser novo de mais, por ter vivido quase nada.
Talvez por isso as idéias fiquem tímidas. Talvez por isso elas (as idéias) prefiram ficar ocultas do lado de dentro.
Se o controle da situação, eu ao menos tivesse, defenestraria as idéias, os pensamentos e as conclusões por minhas mãos, elas se chocariam com o branco do papel e tomariam forma, independente da opinião de qualquer um. Imaginar não adianta, afinal eu vivo escondido atrás de opiniões e conceitos dos outros e todos os meus (conceitos) se baseiam nos alheios.
A estagnação é confortável, porém até quando agüentarei antes que eu mesmo me atire ao mar da insensatez?


*****
Esse ai saiu enquanto ouvia “Los Hermanos” e estudava pra cálculo. Parece que arranjei mais uma fonte de inspiração, mas não vai substituir "Zeca Baleiro" . Achei um pouco emo, mas as vezes ñ se escolhe o que se põe no papel, como eu disse minhas idéias tem vida prórpria as menos timidas saem, nem sempre essas são boas.
Bom é o Fim da minha semana de folga, amanhã casamento do Lucas (irmão da Ana Clara). Será que algum dia será a minha vez?

domingo, 21 de junho de 2009

O Sorriso de Clara

Eu realmente não lembro qual foi a primeira coisa que veio a minha cabeça quando o Filipe me apresentou você a 4 anos atrás. Mas eu sei que, pra mim, foi a melhor coisa que o Filipe fez na vida dele.
Talvez tenha sido rude da minha parte dizer que você dava um caldo e lhe comparar com um Estrogonoff, desculpe! Você sorriu naquele dia e isso pra mim basta.
Você sorrir realmente me deixa feliz... eu sei lá porque!
Se realmente fosse possível alguém viver de luz, eu viveria do seu sorriso.
Eu realmente não sei o que aconteceu com agente, porque nos afastamos,— mas sei que sou péssimo em enxergar meus erros e talvez por isso eu não veja os motivos —as vezes eu penso que é porque eu queria virar um desenho japonês, outras eu acho que é porque meninas amadurecem mais depressa do que meninos. Mas quer saber?! Eu não me importo desde que ainda me ame.
Eu sempre achei que entendesse o significado de amor platônico, mas como sempre eu era um ignorante achando que sabia demais. E eu vejo agora que realmente não se precisa do físico, do material, para ser incondicionalmente apaixonado por alguém. Não que você não seja gostosa, longe disso! Mas eu sinto que posso lhe amar pro resto da vida, e talvez para além dela.
Sei que talvez você não acredite nisso achando que eu estou sendo exagerado, como sempre. E quer saber, eu nem ligo. Porque embora eu seja prepotente e arrogante dizendo isso ( e quase sempre) : eu sei o que eu sei (filosófico não?!). Assim como eu sei que você sempre vai sorrir quando eu estiver lhe contando minhas novas e mais malucas teorias.
Pra que tudo isso?! Pra lhe dar os parabéns e dizer que “eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir” (nas palavras —embora você negue— da sua banda favorita).
Beijos e nunca se esqueça que eu amo você!
Durval

Parabéns Ana, às vezes Clara!!

My Personality in "LOST"