segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Prolixidade

O discurso é velho, as frases repetidas. Mas o que se faz quando se quer falar de algo que não mudou e que não se sente que vá mudar? Nada posso fazer, se não ser prolixo.

Acho que todos se sentem alguma vez na vida deslocado, desencaixado. Não é novidade que eu me sinta assim em relação ao amor. Eu sei que sempre terei aos meus, essas queridas pessoas que não me abandonarão e que não me abandonaram ao me descobrirem mais um pouco a cada dia. Mas o que fazer em relação ao amor? E quando se sente que nunca vai encontrá-lo? Já me disseram que é normal se sentir assim e que a qualquer instante, quando se menos procura, o amor bate à porta. Estou cansado de esperar com a porta aberta. Estou Seriamente pensando em fechar a porta definitivamente.
Não agüento mais paixonites irritantes que sempre me deixam mal no final. Por que raios no começo é tão doce, gelado e gostoso e não se pode continuar assim? Ou pelo menos por que acabar sempre?
Quer saber?! Cansei de ser prolixo nesse discurso de que nunca vou encontrar ninguém e cansei de ser prolixo no esperar, mesmo sabendo que essa palavra não se encaixe aí, como eu, que nunca me encaixarei em um romance, ou talvez nunca consiga um (romance) de verdade, mesmo sendo assim tão romântico.



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São tantos “talvez” que me irrito!

Sabe o Mário?! Pois é!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Desabafo

Andando na contramão como sempre. Cai na besteira de abrir meu bico.
Novidade!!! Tagarelar é tudo que faço quando estou sendo pressionado.
Bom, as coisas estão péssimas. Obrigado. Isso é, se você queria saber como estou. Não, não estou exagerando, tente andar na contra-mão em São Paulo e sinta-se exatamente como a mim.
Ok, ok, eu estou exagerando. Sou dramático de mais. Mas e daí? Não tenho que ser eu mesmo? Pelo jeito não, não posso ser. Esse discurso é a maior balela. Se algum dia alguém virar pra você e disser: “Be Yourself!”, responda com um belo “FUCK YOU”! Isso não existe, é utopia. Assim como a idéia de liberdade.
As vezes quero fugir, as vezes quero chorar.... na maior parte do tempo o que eu quero mesmo é um abraço, um colo eu um beijo de boa noite. Se quero ser criança de novo? Não. Eu achava que queria, mas não. Falando em ser criança sempre respondi errado aquela pergunta que todo adulto chato faz: “O que você quer ser quando crescer?”. Eu respondia: “Cientista, arquiteto, engenheiro, dentista” mas sabe qual a resposta que eu deveria ter dado, mas minha ingenuidade não permitia?! “Eu quero ser feliz, muito obrigado por perguntar”!

terça-feira, 21 de junho de 2011

The Hangover part 2

Qual o pior castigo senão a vergonha? Pior do que errar é ser lembrado do erro. E o medo do que será posteriormente? Não é pior também? E quem é condenado a esse suplício só quer que acabe logo. Não é?!


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Escrito no sábado a noite o dia em que tive a pior ressaca moral da minha vida! Btw ela continua... Mesmo 3 dias depois

sexta-feira, 11 de março de 2011

Resolvi voltar a ser eu.

Os processos de envelhecimento e amadurecimento às vezes não acontecem simultaneamente, de fato muitas vezes não andam juntos. Afinal muitas crianças são mais sábias que os adultos. Creio que isso se deve ao fato de que o adulto perde a mágica do mundo, esquece que viver é mágico. São tantas regras, deveres e obrigações que os olhos se ofuscam e passa a se enxergar somente em preto e branco. Resolvi mudar isso. Bom, pelo menos em mim. Porque infelizmente o desejo de mudar o mundo desapareceu com o brilho do mundo de acordo com que fui envelhecendo. Quero voltar a ser criança, sincero e espontâneo. Ser realmente quem sou. Não vai ser tarefa fácil, mas como toda criança vou atrever-me a tentar. Assim que sabe o mundo não volta a ter um pouquinho mais de cor?! E quem sabe eu talvez não recupere minha esperança na humanidade?!

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Escrevi durante minha viagem de volta pra Juiz de Fora nessa quarta.
As coisas estão mudando... pra melhor.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Viagem


O calor do final de um verão seco trás uma gélida chuva, o frescor de uma brisa molhada, o cheiro da terra absorvendo água.




Cheiro a terra molhada e entro numa viagem...
A chuva que cai gelada do céu molha minha nuca.
Deitado no chão vivencio uma experiência única com Gaia.

Às vezes penso que o que vejo é uma miragem...
Mas no fim é só minha imaginação fluindo com nunca.
Ainda no chão abro minha mente até que todo o mal saia.


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Acho que viajei foi na marola que estava subindo da janela do meu vizinho. xD

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Conclusões da Inspiração

Nem tudo se completa facilmente, se fosse fácil seria sem graça. É claro que quando se é preguiçoso, como eu sou, se quer tudo rápido e sem esforço. Seria fácil uma vida assim. Mas é bom um pouco de dificuldade. Tempera, dá sabor. Acho que a “vida fácil de mais” seria insossa, inodora, incolor. Ou quem sabe não. Mas o que sou eu, se não um filósofo, quando tento entender o que nunca vivenciei? E o que somos nós, se não crianças que se interessam mais pelo brinquedo de um colega do que pelo próprio? Não sei, acho que as coisas têm que ser assim, difíceis para que o sabor, o cheiro, a cor dure por mais tempo. Quem sabe tempo até maior do que a vida que um dia se esvairá dessa casca que perambula por aí.

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Adoro quando a inspiração bate....
adoro quando resolvo concluir pensamentos no papel.

My Personality in "LOST"